'Água a R$ 38 e refrigerante a R$ 49': preços nos estádios da Copa revoltam torcedores
Críticas partiram principalmente de visitantes europeus
Os preços cobrados por alimentos e bebidas nos estádios dos Estados Unidos durante a Copa do Mundo de 2026 têm provocado uma onda de reclamações nas redes sociais. Torcedores de diferentes países relatam que itens básicos, como água e refrigerante, chegam a custar valores considerados abusivos, alimentando críticas à organização do torneio.
Vídeos publicados por torcedores mostram que uma garrafa de água de 500 ml está sendo vendida por US$ 7 (cerca de R$ 38), enquanto uma Coca-Cola do mesmo tamanho custa US$ 9 (aproximadamente R$ 49). Em outros estádios, lanches também surpreenderam pelo preço: um pretzel saiu por cerca de R$ 65, um cachorro-quente ultrapassou os R$ 75, e pratos como nachos e burritos chegaram a custar mais de R$ 100.
As críticas partiram principalmente de visitantes europeus, que afirmam não estar acostumados com preços tão elevados em eventos esportivos. Um torcedor alemão disse ter se sentido "enganado" ao pagar o equivalente a cerca de R$ 93 por uma cerveja, enquanto um influenciador britânico relatou que bebidas alcoólicas em Miami eram vendidas por até R$ 104.
Diante da repercussão, parte dos torcedores passou a acusar a FIFA de permitir preços excessivos, especialmente em produtos considerados essenciais, como água. A discussão ganhou força nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os custos enfrentados pelos fãs que acompanham a Copa do Mundo presencialmente.