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Atrasos na Saúde começaram com Renan Filho, diz sindicato

O Sindicato dos Hospitais de Alagoas realizou uma reunião no dia 26 de setembro para discutir os atrasos nos pagamentos da chamada rede complementar de Saúde, que “está passando pela maior crise da sua história”, conforme o relatório da reunião da Comissão de Acompanhamento de Contratos, Convênios e Projetos em Saúde. O sindicato, representado na reunião pelo médico Júlio Bandeira, ex-presidente do Sindicato dos Médicos e integrante do Conselho Estadual de Saúde, afirmou que os atrasos começaram no início da gestão do ex-governador de Alagoas, Renan Filho. Em junho deste ano, o médico esteve em reunião com o vice-governador Ronaldo Lessa, mas recebeu a justificativa de que o Estado estaria enfrentando uma crise financeira. O porta-voz do atual governador, Paulo Dantas, “se comprometeu a pagar entre o dia 20 e 30 a rede complementar”, mas o pagamento não aconteceu. “Disse ainda que no final de agosto, numa nova reunião com o vice-governador Ronaldo Lessa, se decidiu pelo parcelamento do passivo e a promessa de encontrar uma alternativa para a recomposição dos 20%, mas isso não ocorreu”, diz um trecho do relatório. Bandeira também afirmou que na gestão da ex-secretária da Saúde Rosangela Wyszomirska, os hospitais foram denunciados ao Ministério Público do Trabalho (MPT) pelos sindicatos das categorias por atraso no pagamento de salários. Ocorreram várias audiências trabalhistas com a Procuradoria Geral do Trabalho envolvendo trabalhadores, prestadores e gestores estaduais que se comprometeram a cumprir o acordo feito com o MPT de pagar a folha salarial até o décimo dia do mês seguinte ao trabalhado. Os hospitais estão obedecendo ao acordo, mas com a retirada de recursos de outras fontes.
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