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Polícia
Caso Maxwell

15 dias após desaparecimento, familiares e amigos realizam ato em busca de respostas

O grupo se reuniu às margens da AL-101 Norte, em um trecho que dá acesso ao Alto de Ipioca, e pediu mais agilidade nas investigações. Durante o ato, parentes afirmaram que ainda não receberam informações concretas sobre o paradeiro de Maxsoell.

Eduarda Nascimento

Familiares e amigos de Maxsoell Ferreira dos Santos, de 34 anos, realizaram um protesto na manhã desta quarta-feira (27), em Ipioca, para cobrar respostas sobre o desaparecimento dele, registrado há mais de duas semanas em Maceió.

O grupo se reuniu às margens da AL-101 Norte, em um trecho que dá acesso ao Alto de Ipioca, e pediu mais agilidade nas investigações. Durante o ato, parentes afirmaram que ainda não receberam informações concretas sobre o paradeiro de Maxsoell.

A prima dele, Eliana Valéria, disse que a família cobra acesso a imagens de câmeras de segurança e o rastreamento do celular da vítima.

“São 16 dias sem resposta. A gente passou informações do celular dele, que é um iPhone e tem como ser rastreado, mas disseram que não fizeram esse rastreio”, afirmou.

Segundo os familiares, Maxsoell teria sido visto pela última vez na região de Guaxuma. Informações sobre o trajeto feito por aplicativo de transporte e possíveis locais por onde ele passou também já teriam sido repassadas à polícia.

De acordo com a família, no dia do desaparecimento, Maxsoell saiu de casa dizendo que iria para uma festa em Guaxuma. Antes disso, ele esteve na casa de parentes, em Ipioca. Depois, voltou para casa, tomou banho, chamou um carro por aplicativo e saiu novamente durante a noite. Desde então, não deu mais notícias.

A Polícia Civil informou que o caso segue sendo investigado e que testemunhas já foram ouvidas. Informações que possam ajudar nas buscas podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.

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