Nexus/BTG: Flávio tem 50% de rejeição; Lula registra 47%, aponta pesquisa
Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (25) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como o nome com maior índice de rejeição entre os pré-candidatos à Presidência da República testados no levantamento. Segundo os dados, 50% dos entrevistados afirmaram que não votariam no parlamentar “de jeito nenhum”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece logo atrás, com 47%.
No caso de Lula, 37% disseram que ele é o único candidato em quem votariam, enquanto outros 13% afirmaram que poderiam apoiá-lo, mas também considerariam outro nome. Apenas 1% não soube responder.
Já em relação a Flávio Bolsonaro, 26% afirmaram que ele é a única opção de voto, enquanto 20% disseram que poderiam votar no senador junto com outras alternativas. Outros 4% declararam não conhecê-lo e 1% não respondeu.
Na comparação com abril, o levantamento mostra mudança no cenário de rejeição: ambos apareciam com 48%. Agora, Flávio oscilou para cima, enquanto Lula apresentou leve queda.
Entre os demais nomes avaliados, Romeu Zema (Novo) registra 34% de rejeição. O ex-governador também apresenta alto índice de desconhecimento: 34% afirmaram não conhecê-lo. Outros 27% disseram que poderiam votar nele e 4% apontaram Zema como única opção.
Ronaldo Caiado (PSD) aparece com rejeição de 32%. Entre os entrevistados, 27% disseram que poderiam votar nele, enquanto 37% afirmaram não conhecê-lo.
O presidente do Missão, Renan Santos, registra rejeição de 31%. O levantamento mostra ainda que 54% dos entrevistados disseram não conhecê-lo, enquanto 13% afirmaram que poderiam votar no empresário.
Já Augusto Cury (Avante) tem rejeição de 27%. Entre os eleitores, 57% disseram não conhecê-lo, 14% afirmaram que poderiam votar nele e apenas 1% o apontou como única opção.
Por fim, Cabo Daciolo (Mobiliza) registra 42% de rejeição. Outros 42% disseram não conhecê-lo, enquanto 15% afirmaram que poderiam apoiá-lo.
A Nexus/BTG ouviu 2.045 eleitores por telefone entre os dias 22 e 24 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-04193/2026.