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Empresas alagoanas aparecem em 'lista suja' de trabalho escravo

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) incluiu mais três empresas de Alagoas na "lista suja", como é conhecido o Cadastro de Empregadores que submeteram trabalhadores as condições análogas à escravidão. O documento foi divulgado na sexta-feira (5). Entre os novos nomes adicionados, consta o proprietário de uma pedreira localizada no Sítio Coqueiro, em Ouro Branco, onde foram resgatados 17 trabalhadores em condições análogas à escravidão, no ano de 2023. Uma empresa de arquitetura e construção civil, responsável por uma obra na Praia do Francês, em Marechal Deodoro, também foi incluída na lista devido à situação inadequada de 9 trabalhadores. Outra pedreira, localizada na Zona Rural de Murici, também teve o nome adicionado à lista. Veja a relação de empregadores: — ANDARIZ ARQUITETURA E CONSTRUCAO LTDA (MARECHAL DEODORO): 9 trabalhadores envolvidos. Adicionado à lista suja em 05/04/2024 — GILMAR CABRAL DA SILVA (OURO BRANCO): 17 trabalhadores envolvidos. Adicionado à lista suja em 05/04/2024 — JOSE MENDES DE AMORIM (MURICI): 9 trabalhadores envolvidos. Adicionado à lista suja em 05/04/2024 — GAVAMA CONSTRUÇÕES LTDA (MARECHAL DEODORO): 5 trabalhadores envolvidos. Adicionado à lista suja em 05/10/2023 — JOSE ALFREDO DOS SANTOS (JOAQUIM GOMES): 1 trabalhador envolvido. Adicionado à lista suja em 05/10/2023 — JOSÉ CORREIA LIMA FILHO (FLEXEIRAS): 5 trabalhadores envolvido. Adicionado à lista suja em 05/10/2023  
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