Empresário alvo das operações em Murici aparece ao lado de Renan Filho em Brasília
Até o momento, não há condenação definitiva, e os investigados têm direito ao contraditório e à ampla defesa.
A investigação que deu origem à Operação Delivery começou em novembro de 2025, quando a Polícia Federal prendeu em flagrante o empresário Diogo José Andrade Romão, encontrado com R$ 270 mil em espécie durante uma apuração sobre suposto esquema de corrupção em obras públicas em Murici.
Meses antes da prisão, Renan Filho recebeu o empresário em seu apartamento funcional, em Brasília, para discutir obras e desenvolvimento em Alagoas. O encontro foi divulgado pelo próprio empresário nas redes sociais, mas não constou na agenda oficial do então ministro dos Transportes.
A partir da prisão, a Polícia Federal aprofundou as investigações, que resultaram na operação deflagrada nesta terça-feira (28), com mandados de busca e apreensão, afastamento de servidores públicos e bloqueio de bens. Até o momento, não há condenação definitiva, e os investigados têm direito ao contraditório e à ampla defesa.