Advogada chora junto a criminoso ao informar morte de comparsa em operação da polícia
A advogada comunica ao preso a morte do integrante da organização criminosa, que atuava na Bahia e estava escondido no Rio de Janeiro.
Segundo as investigações, a advogada Maria Mariana Batista de Oliveira manteve diversas conversas com um integrante do Comando Vermelho e teria repassado informações sobre a morte de um comparsa durante a Operação Contenção, realizada pela Polícia Militar no Rio de Janeiro no fim de outubro do ano passado. A ação, considerada a mais letal da história da corporação, resultou em 122 mortes.
Em um dos diálogos, a advogada comunica ao preso a morte do integrante da organização criminosa, que atuava na Bahia e estava escondido no Rio de Janeiro. Nas gravações, os dois demonstram emoção com a notícia antes de o investigado reagir com revolta contra a ação policial.
As investigações também apontam que, em outra conversa, Maria Mariana teria repassado informações sobre armamentos e munições da facção. De acordo com os investigadores, ela menciona a quantidade de munição disponível e o paradeiro de uma carabina, enquanto o preso orienta a compra de mais armas e munições. O material integra a apuração das autoridades sobre a suposta atuação da advogada em favor da organização criminosa.