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PF bloqueia R$ 52 bilhões em operação que mira Cláudio Castro e dono da Refit

Arthur Vieira

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (14) a Operação Sem Refino, que investiga um suposto esquema bilionário no setor de combustíveis e teve como alvos o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro e o empresário Ricardo Magro, dono do grupo Refit.

Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a operação resultou no bloqueio de cerca de R$ 52 bilhões em ativos financeiros, além da suspensão de atividades econômicas ligadas aos investigados.

Segundo a PF, o grupo é suspeito de utilizar estruturas empresariais e financeiras para ocultação de patrimônio, lavagem de dinheiro e envio ilegal de recursos ao exterior.

Ao todo, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de funções públicas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. A Justiça também determinou a inclusão de um dos investigados na Difusão Vermelha da Interpol.

Ricardo Magro, proprietário do grupo Refit — responsável pela refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro — é apontado pela Polícia Federal como um dos principais nomes de um esquema de fraudes fiscais no mercado de combustíveis. Ele vive em Miami, nos Estados Unidos, desde a década passada.

As investigações fazem parte do chamado “caso Refit”, que apura um dos maiores esquemas de sonegação fiscal já identificados no país, segundo fontes da PF.

De acordo com informações divulgadas anteriormente pela CNN Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a solicitar apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para viabilizar a prisão do empresário brasileiro.


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