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Polícia
Cão Orelha

Caso Orelha é arquivado pelo Ministério Público e morte do cão segue sem culpado

O orgão encerrou as investigações alegando que não há provas suficientes para apontar um culpado

Amanda Cirilo

Quase cinco meses após a morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, o caso deve ser fechado sem que ninguém responda pelo crime. O Ministério Público de Santa Catarina solicitou o encerramento das investigações alegando que não há provas suficientes para apontar um culpado.

A conclusão contraria o que a própria polícia havia levantado no início do caso. A Polícia Civil chegou a apontar um adolescente como suspeito e o indiciou formalmente. Para tentar esclarecer o que aconteceu, o corpo do animal foi desenterrado para um novo exame. Mesmo assim, os peritos não conseguiram determinar a causa da morte e não acharam nenhuma fratura nos ossos do cão.

A história do Orelha tomou conta das redes sociais e emocionou pessoas no Brasil e no mundo. A comoção foi tão grande que o próprio governo federal se movimentou. Em março, foi lançado o decreto "Cão Orelha", que endurece as punições para maus-tratos contra animais e estabelece multas que podem chegar a R$ 50 mil.

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