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BARBARIDADE

Empresária investigada por tortura já foi condenada por calúnia

Investigada por agressão a funcionária grávida, mulher já havia sido condenada pela Justiça

Rhuan Leite

A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, investigada pela Polícia Civil do Maranhão por suspeita de agredir e torturar uma empregada doméstica de 19 anos grávida, já havia sido condenada anteriormente por calúnia contra uma ex-babá. O caso mais antigo ocorreu em 2024, com sentença proferida em outubro de 2025.

Na ocasião, ela acusou a ex-funcionária de furtar uma pulseira de ouro pertencente ao filho. A Justiça entendeu que houve falsa imputação de crime e fixou pena de seis meses em regime aberto, posteriormente convertida em prestação de serviços comunitários e pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 4 mil. A vítima afirmou que deixou o emprego após se recusar a ressarcir o objeto e disse que a acusação foi uma retaliação.

Sobre a investigação mais recente, a defesa informou que a empresária colabora com as apurações e deve apresentar sua versão em momento oportuno. O caso envolvendo a trabalhadora grávida segue sob investigação pelas autoridades.

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