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“Magistratura caminha para ‘regime de escravidão’”, diz desembargadora após cortes de benefícios

Eduarda Nascimento

A desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, afirmou durante sessão que a magistratura pode caminhar para um “regime de escravidão” diante das restrições recentes a benefícios.

A declaração ocorre após decisão do Supremo Tribunal Federal que extinguiu 15 benefícios, manteve oito verbas indenizatórias e fixou limite de até 35% do subsídio, respeitando o teto do funcionalismo público.

Durante a fala, a magistrada também criticou a forma como a categoria tem sido vista. “Os juízes estão sendo vistos como bandidos”, disse. Em outro momento, afirmou que colegas estariam deixando de pagar consultas médicas e até medicamentos por conta das mudanças.

Dados apontam que a desembargadora recebeu R$ 91 mil líquidos em março e acumulou R$ 216 mil no primeiro trimestre deste ano.

Procurados, o tribunal e a magistrada não haviam se manifestado até a última atualização.

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