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Condenado

Líder dos “canibais de Garanhuns” vira pastor de igreja e pede 'prisão domiciliar humanitária' à Justiça

argumento central é o estado de saúde do detento, que, segundo os advogados, está completamente cego.

Felipe Pimentel

A defesa de Jorge Beltrão Negromonte, de 64 anos, conhecido por liderar o grupo que ficou marcado como os “canibais de Garanhuns”, pediu à Justiça a concessão de prisão domiciliar humanitária. O argumento central é o estado de saúde do detento, que, segundo os advogados, está completamente cego e enfrenta outras complicações médicas.

Negromonte cumpre pena de 94 anos de prisão no Presídio Professor Leonardo Lago, no Complexo do Curado, no Recife, após ter sido condenado por três homicídios. Ele foi preso em flagrante em abril de 2012, quando o caso veio à tona e ganhou repercussão nacional e internacional pela brutalidade dos crimes.

Durante o período em que está detido, a defesa afirma que ele passou por uma mudança de comportamento e se converteu à fé evangélica, atuando como pastor dentro do sistema prisional. A alegação é de que a atual condição física e a nova realidade pessoal reforçam o pedido por cumprimento da pena em regime domiciliar.

O caso segue sob análise da Justiça, que deverá avaliar os laudos médicos e os argumentos apresentados pela defesa. A decisão deve considerar tanto o estado de saúde do preso quanto a gravidade dos crimes que chocaram o país à época.

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