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Dieese estima que salário mínimo deveria ser R$ 7.425,99 após alta na cesta básica em todo o Brasil

Valor estimado pelo Dieese é 4,58 vezes maior que o mínimo atual de R$ 1.621,00

Amanda Cirilo

O Dieese estima que o salário mínimo deveria ser de R$ 7.425,99. 4,58 vezes o valor atual de R$ 1.621,00. A conclusão faz parte de pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que também aponta alta de 6,76% na cesta básica de Maceió no mês de março.

Entre as capitais brasileiras, a maior elevação ocorreu em Manaus, onde o custo médio variou 7,42%, seguida por Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo Horizonte (6,44%) e Aracaju (6,32%). No acumulado de 2026, todas as capitais registraram alta nos preços da cesta básica.

Em março, a capital com a cesta básica mais cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ 883,94, seguida por Rio de Janeiro (R$ 867,97), Cuiabá (R$ 838,40) e Florianópolis (R$ 824,35). Nas regiões Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 598,45), Porto Velho (R$ 623,42), São Luís (R$ 634,26) e Rio Branco (R$ 641,15).

Com base na cesta mais cara do país e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o valor necessário seria de R$ 7.425,99 em dezembro, ou 4,58 vezes o mínimo atual de R$ 1.621,00.


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