Laudos periciais derrubam versão de suicídio e revelam feminicídio no Trapiche
Uma investigação da Polícia Civil de Alagoas e da Polícia Científica de Alagoas trouxe uma virada chocante no caso da morte de Luana Cristina de Menezes Cabral, de 27 anos, encontrada sem vida em 10 de outubro no apartamento onde morava, no bairro Trapiche da Barra, em Maceió. 
Inicialmente tratada como possível suicídio, a causa da morte foi reclassificada como feminicídio após análise detalhada dos laudos periciais. Segundo os peritos, Luana apresentava lesões compatíveis com esganadura, hematomas no abdômen e coxa, fragmentos de unhas no chão e sinais de resistência no local ,tudo incompatível com autoagressão.  O laudo de necropsia apontou que a causa da morte foi asfixia mecânica por esganadura e registrou sinais de defesa no corpo da vítima ,como unhas fraturadas nas mãos o que reforça a hipótese de crime praticado por terceiro.  Além disso, exames de DNA encontraram perfil genético masculino em fragmentos de unha, em uma blusa usada pela vítima e num copo recolhido no apartamento, o que permitiu à delegacia considerar o ex-companheiro de Luana, que já respondia por violência doméstica, como principal suspeito.  O caso agora segue sob jurisdição da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que concluiu o inquérito com pedido de prisão preventiva do suspeito.Receba notícias em seu WhatsApp
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