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Mauro Cid retira tornozeleira eletrônica e começa a cumprir pena por tentativa de golpe

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou o início do cumprimento da pena do tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, por tentativa de golpe de Estado. Delator de todo o esquema, Cid foi condenado a dois anos de prisão em regime aberto, com o cumprimento de medidas cautelares. De acordo com a decisão, Moraes determinou que seja analisado o tempo que o tenente-coronel ficou preso de forma provisória para que seja abatido da pena fixada. A defesa de Cid foi a única dentre os integrantes do núcleo 1 da trama golpista que não apresentou embargos de declaração, recursos que esclarecem ou corrigem a decisão da Primeira Turma do STF, que julgou o caso. Cid vai poder retirar a tornozeleira eletrônica, mas irá cumprir algumas medidas. Ele não poderá portar armas, usar as redes sociais e manter contato com condenados e investigados pela trama. Ele não poderá sair do país, o que impede suas intenções de viver nos Estados Unidos, além de ficar em casa durante a noite (entre 20h e 6h) e manter recolhimento integral nos fins de semana.
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