Tornozeleira de Collor “desligou sozinha”, diz defesa
A defesa do ex-presidente Fernando Collor afirmou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o desligamento temporário da tornozeleira eletrônica foi um “incidente involuntário”. Segundo os advogados, o problema ocorreu por um erro de orientação sobre o carregamento da bateria do equipamento.
De acordo com a petição, o desligamento aconteceu um dia após a instalação do monitoramento, enquanto Collor ainda se adaptava às condições da prisão domiciliar.
Os defensores alegam que o ex-presidente permaneceu em casa durante todo o período e não violou a área de inclusão determinada pela Justiça.
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