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Haddad defende aumento dos impostos para “fechar contas” de 2026

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a defender nesta quarta-feira (24) a tributação de investimentos prevista em uma Medida Provisória que tramita no Congresso Nacional. A proposta inclui a cobrança de impostos sobre as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), com alíquota de 7,5% no Imposto de Renda para pessoas físicas. Segundo Haddad, a medida é essencial para “fechar as contas” do Orçamento de 2026 sem cortes em programas sociais ou emendas parlamentares, garantindo a desoneração de itens da cesta básica, como a carne, medida aprovada na reforma tributária com apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ministro destacou que a mudança trará benefícios amplos, inclusive para pessoas de maior renda, que pagarão menos por produtos essenciais. Haddad também argumentou que a taxação corrige distorções do mercado financeiro e garante que os recursos desses investimentos gerem impacto efetivo na produção rural e na construção civil. Ele ainda respondeu a questionamentos sobre a situação dos produtores do Rio Grande do Sul, lembrando que o Conselho Monetário Nacional criou uma nova linha de crédito para agricultores afetados por eventos climáticos.
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