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Agência de turismo responsável por trilha de brasileira morta em vulcão estava proibida de atuar

A agência de turismo Bas Rinjani, responsável pela trilha em que a brasileira Juliana Marins sofreu um acidente fatal, estava proibida de operar no Parque Nacional do Monte Rinjani, na Indonésia. O nome da empresa consta em uma lista oficial que reúne outras 26 operadoras banidas por motivos como falhas em segurança, ilegalidade e condutas antiéticas.

Apesar da proibição, a Bas Rinjani continuava atuando irregularmente no local. Juliana contratou o passeio por meio da Ryant Tour, uma empresa intermediária que comercializa pacotes turísticos, mas delega a execução das trilhas a operadoras locais — nesse caso, à Bas Rinjani. À empresa cabia providenciar guias, equipamentos, logística e as licenças exigidas para a subida ao vulcão.

Juliana caiu durante a trilha no dia 20 de junho e permaneceu quatro dias desaparecida, sem resgate, até ser encontrada morta no dia 24. A jovem apresentava múltiplas fraturas e ferimentos internos causados pela queda, segundo o laudo do legista.

A trilha no Monte Rinjani foi reaberta ao público no último sábado (28), mesmo após o episódio. A direção do parque, no entanto, não mencionou o nome de Juliana nem indicou mudanças nos protocolos de segurança, limitando-se a recomendar que os visitantes usem trajetos oficiais e priorizem a segurança.

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