Em prisão domiciliar, Fernando Collor gera gastos de mais de R$ 7 milhões dos cofres públicos
Ex-presidente e ex-senador teve despesas custeadas com estruturas de apoios pelo Governo Federal
O ex-presidente e ex-senador Fernando Collor de Mello acumulou despesas de R$ 7,6 milhões do Governo Federal. Os valores fazem parte dos gastos direcionados para a manutenção de estruturas de apoios a ex-presidentes da república entre 2022 e março de 2026.
Atualmente cumprindo prisão domiciliar após ser condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Collor foi o segundo ex-chefe do executivo federal que concentrou mais valores de despesas, apenas atrás de Dilma Rousseff, que demandou R$ 7,9 milhões.
Posteriormente, figuram na lista de gastos Michel Temer (R$ 5,4 mi), Jair Bolsonaro, (R$ 5,1 mi), José Sarney (R$ 4,1 mi) e Fernando Henrique (R$ 3,3 mi). O atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, chegou a demandar gastos de R$ 1,8 milhão até retornar ao executivo.
Ao todo, durante o período, foram destinados R$ 37 milhões dos cofres públicos com ex-presidentes. Os valores englobam gastos com assessores, motoristas e serviços de comunicação.
