Advogado se acorrenta em frente a sede da ONU e afirma ser perseguido
O objetivo da manifestação, segundo o advogado, é conseguir uma audiência com o ministro da Defesa, José Múcio. “Quero explicar ao ministro o que acontece nas Forças Armadas e tudo aquilo que eu estou sofrendo. Preciso de proteção do Estado porque corro risco”, declarou, sem detalhar as ameaças que estaria enfrentando.
Adriano também mencionou denúncias que teria feito sobre crimes sexuais e tortura dentro das Forças Armadas. Próximo ao portão da ONU, ele segurava um cartaz com a frase: “Advogado corre risco de ser assassinado”. Além das correntes que o prendiam, ele usava uma mordaça na boca.
A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Rio de Janeiro (OAB-RJ), manifestou-se contrariamente à forma de protesto adotada por Adriano. “A OAB-RJ não compactua com esse tipo de iniciativa. Os requerimentos da advocacia devem ser formulados na forma da legislação”, afirmou a entidade.
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