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"O uso do cinto, muitas vezes negligenciado, é fundamental para salvar vidas" por Eduardo Freire

Na tarde de ontem (1), um grave acidente no trevo do polo, em Marechal Deodoro, vitimou um casal da cidade de Penedo. Eles estavam no banco traseiro de um veículo que retornava de um momento de comemoração, quando, infelizmente, tudo terminou em tragédia. As primeiras informações indicam que não houve imprudência por parte da condutora, mas reforçam um fator decisivo: as vítimas não utilizavam o cinto de segurança no banco traseiro. O uso do cinto, muitas vezes negligenciado pelos passageiros de trás, é fundamental para salvar vidas. Em casos de colisão, quem está sem cinto no banco traseiro pode ser arremessado contra os ocupantes da frente, contra as partes internas do carro ou até para fora do veículo. Estudos comprovam que o cinto no banco traseiro reduz em até 75% o risco de morte, mostrando que essa é uma escolha simples, mas vital. Essa triste ocorrência precisa servir de alerta para todos nós. Segurança no trânsito não é um detalhe, é uma responsabilidade de cada ocupante do veículo. Seja no banco da frente ou no de trás, a regra é clara e inegociável: entrou no carro, coloque o cinto. Que essa dor se transforme em conscientização que possamos evitar que outras famílias passem pela mesma tragédia. O impacto da ausência do cinto no banco traseiro A falta de uso do cinto no banco traseiro coloca também em risco quem está no banco da frente. Em uma colisão a 60 km/h, um corpo de 70 kg é projetado com a força equivalente a mais de 2 toneladas. Por Eduardo Freire

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