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Morte de Gabriel reforça necessidade de câmeras corporais na polícia militar

A morte do jovem Gabriel Lincoln, de 16 anos, durante uma abordagem da Polícia Militar em Palmeira dos Índios, voltou a colocar em evidência a urgência da utilização do uso de câmeras corporais nas forças de segurança de Alagoas. O governo por enquanto, prevê o uso dos equipamentos apenas nas cidades de Maceió e Arapiraca. Em março deste ano, o governo de Alagoas aderiu ao Programa Nacional de Qualificação do Uso da Força e de Câmeras Corporais, com a previsão de locação de 600 câmeras para uso por 24 meses. No entanto, o sistema só deverá entrar em operação em novembro de 2025 e ainda de forma limitada geograficamente. O caso de Gabriel, cujo desfecho trágico é contestado pela família, escancara as falhas no monitoramento das ações policiais em municípios fora do eixo Maceió/Arapiraca. A ausência de gravações levanta dúvidas sobre a narrativa oficial As imagens captadas seriam incorporadas aos processos criminais, aumentando a transparência e protegendo tanto os cidadãos quanto os próprios agentes de segurança. A expansão imediata das câmeras corporais é vista por especialistas e defensores de direitos humanos como um passo fundamental para garantir a integridade dos cidadãos e a legitimidade das forças de segurança.
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