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Moraes manda PGR se manifestar sobre prisão de Bolsonaro

No último dia 18 de março, uma notícia-crime foi protocolada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, gerando um grande alvoroço político. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestasse sobre a necessidade de prisão preventiva de Bolsonaro, uma medida excepcional, tomada antes mesmo de um julgamento ser realizado. Moraes solicitou que a PGR avaliasse se a prisão de Bolsonaro seria necessária para garantir a ordem pública e a instrução processual. Além disso, o ministro questionou se, ao convocar atos que pediam a anistia, o ex-presidente teria cometido crimes graves, como obstrução de justiça, incitação contra as instituições democráticas e coação no curso do processo. A preocupação de Moraes não se limitou à prisão preventiva. Ele também pediu que o Ministério Público Federal se manifestasse sobre a necessidade de aplicar medidas cautelares para restringir a atuação de Bolsonaro em eventuais novas convocações que possam incitar atos antidemocráticos. No dia seguinte, 19 de março, as determinações de Moraes foram enviadas ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, pela Secretaria Judiciária do STF. No entanto, até o momento, Gonet ainda não se manifestou oficialmente sobre os questionamentos feitos.
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