Presidente do STF reforça necessidade de punição para prevenir novos ataques às Instituições
O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroco, entrou em defesa das punições para os teus pelos atos do 8 de janeiro. Luís Roberto afirmou que essas punirão são inevitáveis para evitar que os ataques as instituições se repitam novamente.
A declaração se deu na última sexta-feira (28), afirmando que os brasileiros vão ‘da indignação à pena’ mas repetiu que a não punição dos responsáveis significaria permitir que os crimes voltassem a ser praticados, o ministro respondia sobre o julgamento da cabeleireira Débora Rodrigues, que pichou a estátua de Justiça na praça dos Três Poderes com frase “perdeu, mané”.
“A intensidade das penas se justifica porque são muitos crimes. Mesmo aplicando a pena mínima ela resulta em uma pena alta”, disse. “O Brasil tem uma característica. Na hora que os episódios acontecem, as pessoas sentem uma indignação profunda, e depois, à medida que o tempo passa, elas ficam com pena. Fomos da indignação à pena”, completou.
“Não punir esse episódio pode dar a entender que, na próxima eleição, quem não estiver satisfeito pode pregar a derrubada do governo eleito e pode invadir prédios públicos. Não é bom para a democracia”, acrescentou.
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