Após seca histórica em 2024, chuvas do verão não foram suficientes para repor água no solo
As chuvas do verão, que terminaram no último dia 20, não foram suficientes para reverter a falta de umidade no solo, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nos últimos dois anos, o solo foi afetado pela seca e por incêndios florestais, que se tornaram mais frequentes nos biomas da Amazônia, Cerrado e Pantanal.
O Inmet destaca que algumas regiões tiveram volumes significativos de chuva. A região Norte, incluindo o Amazonas e o sudoeste do Pará, além de áreas do Maranhão e Piauí, receberam mais água nos últimos três meses.
Para outras áreas, entre dezembro de 2024 e fevereiro deste ano, o déficit de chuvas foi de 200 mm no norte do Pantanal, norte de Mato Grosso, Rondônia, parte leste do Acre e sudoeste do Pará, quando a média climática para o período varia entre 500 mm e 700 mm.
Com o cenário, os próximos meses, especialmente a partir do segundo semestre, é de uma seca tão grave quanto a de 2024. No ano passado, diversos estados enfrentaram queimadas, com destaque para São Paulo, que foi um dos mais afetados.
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