'Vida interrompida': Mãe diz que filha ficou em coma após anestesia em casa
A vida da funcionária pública Flávia Bicalho, 55, de Nova Lima (MG), está em suspenso desde 20 de setembro de 2024. Naquele dia, Letícia, 31, sua única filha, entrou em coma após reação adversa a um bloqueio anestésico —injeção que interrompe os impulsos sensoriais de uma região do corpo.
Flávia diz que o procedimento foi realizado em casa, e de forma inadequada, por Natália Peixoto. A médica anestesista, amiga de infância de Letícia, também teria demorado a prestar socorro, segundo a mãe.
A família protocolou queixa-crime no Ministério Público de Minas Gerais e fez denúncia no CRM-MG (Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais), pedindo a cassação da licença médica.
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