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China muda ordem econômica e supera Estados Unidos no comércio mundial

Em 25 anos, o desenvolvimento econômico do mundo foi alterado. Ainda que os Estados Unidos continuem como principal potência do planeta, a China tomou posição e se torna uma grande concorrente. O destaque vai para o comércio exterior. Os asiáticos ultrapassaram as parcerias em relação aos norte-americanos não apenas na quantidade de países com relações econômicas, mas nos valores apresentados em balanças comerciais. Ao somar importações e exportações, os Estados Unidos tiveram 2 trilhões de dólares contra 474 bilhões da China. Em 2024, foram 5,33 trilhões de dólares dos norte-americanos contra 6,16 trilhões dos chineses. Além disso, os asiáticos são os principais parceiros comerciais de todos os países da África e da Oceania, maioria da Ásia (exceto Israel), Leste Europeu e América do Sul, inclusive o Brasil. Para explicar a ascensão oriental, os economistas apontam fatores estratégicos, econômicos e geopolíticos. A China oferece produtos de baixo custo por causa da mão de obra mais barata, incentivos do governo e forte infraestrutura, além de formar parcerias e ser pioneira em alguns avanços tecnológicos, como melhoria nas redes de comunicação e desenvolvimento de sistemas. Por outro lado, os Estados Unidos são os principais parceiros de boa parte da Europa Ocidental e de alguns países que compõem o continente americano. O protecionismo aplicado, a sobretaxa em produtos chineses e a saída de alguns acordos mudaram a visão comercial do mundo, segundo os especialistas.
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