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IBAMA recomenda negar licença à Petrobras para perfuração de poços na Foz do Amazonas; estudo indica que região tem até 5 bilhões de barris de petróleo

Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), recomendaram rejeitar a licença que autoriza à Petrobras perfurar área da margem equatorial. O processo já teve um pedido de licença negado em 2023, entretanto a estatal recorreu à decisão. O plano atual de resgate de fauna em caso de vazamento de óleo, segue sendo insuficiente para os analistas, considerando que a área é ambientalmente sensível. O objetivo da Petrobras inicialmente seria perfurar um poço a aproximadamente 160 km da costa de Oiapoque (AP) e 500 km da foz do rio Amazonas, na bacia conhecida como Foz do Amazonas para avaliar a viabilidade econômica da exploração na região. Segundo Magda Chambriard, presidente da Petrobras, a estatal teria equipamentos e métodos moderníssimos para as perfurações na região sensível. A análise final caberá ao presidente do órgão, Rodrigo Agostinho. Estudos internos da Petrobras mostram que um único bloco na Margem Equatorial, na região amazônica do Amapá, pode conter reservas de mais de 5,6 bilhões de barris de petróleo. Uma apresentação feita pelo então ministro Alexandre Silveira, à Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados em maio estimou a possibilidade de extração de 10 bilhões de barris de petróleo na foz do Amazonas
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