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Censo revela desigualdade racial e regional na medicina brasileira

O Brasil tinha 553.538 médicos graduados em 2022, segundo o IBGE. Desses, cerca de 75% eram brancos, enquanto negros (pretos e pardos) representavam apenas 22%. Medicina segue como o curso superior com maior predominância de brancos no país. A desigualdade também aparece na distribuição dos profissionais. O Distrito Federal tem a maior concentração, com um médico para cada 186,9 habitantes. Já o Maranhão tem a menor, com um para cada 921,7 moradores. Cursos como odontologia e economia também apresentam números semelhantes, com mais de 75% de graduados brancos. Os dados reforçam o desafio da inclusão e do acesso à educação superior no Brasil.
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