Médicos podem paralisar cirurgias em recém-nascidos por falta de estrutura na maternidade Santa Mônica
Na última quinta-feira(20), o Núcleo de Proteção Coletiva da Defensoria Pública do Estado de Alagoas (DPE/AL) recebeu uma denúncia alarmante com relação a Maternidade Escola Santa Mônica. Informações dão conta de precárias condições para realização de procedimentos e morte de recém-nascidos.
"Morre quase todos os dias um recém-nascido na Santa Mônica que tinha condições de viver", afirma a denúncia. Os autos ainda apontam a suspensão das cirurgias neonatais a partir do dia 20 de julho, caso não ocorra nenhuma mudança. Um ofício cobrando providências será encaminhado para a Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) e para a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
Além disso, a instituição também deverá convocar os entes públicos para uma reunião para avaliar a situação de falta de materiais e falta de cirurgiões. Segundo uma das denúncias, existem bebês esperando por cirurgias há mais de 15 dias, dependendo de alimentação intravenosa para sobreviver.
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