LEILÃO DE ARROZ DO GOVERNO FOI VENCIDO POR LOJA DE QUEIJOS E EMPRESÁRIO QUE JÁ CONFESSOU PROPINA
Das quatro empresas que ganharam o
leilão de arroz do governo Lula (PT), a maior compradora é uma empresa de Macapá (AP) cujo foco principal é a venda de queijos, leite e derivados.
Outra empresa vencedora é de um empresário de Brasília que admitiu à Justiça ter pago propina para garantir um contrato com a Secretaria de Transportes do Distrito Federal (DF).
No total, o Executivo federal comprou 263,3 mil toneladas de arroz importado, totalizando R$ 1,3 bilhão. O governo afirma que a intenção da medida é minimizar os impactos das chuvas no Rio Grande do Sul sobre o fornecimento e os preços do cereal, mas a ideia enfrenta questionamentos da oposição e do setor do agronegócio.
A principal vencedora do leilão foi a empresa Wisley A de Souza, que venderá 147,3 mil toneladas de arroz. Seu único sócio é uma pessoa com o mesmo nome e seu capital social é de R$ 5 milhões.
No entanto, houve uma alteração nos dados dias antes do leilão. Até 24 de maio de 2024, o capital social era de R$ 80 mil. O nome fantasia da empresa é Queijo Minas, localizada no centro de Macapa, capital do Amapá.
O leilão, inicialmente suspenso pela Justiça Federal, foi liberado a tempo de sua realização na última quinta-feira (6).
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