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Água da Lagoa Mundaú será coletada a cada três dias para análise do impacto do rompimento da mina 18

Devido ao rompimento da mina 18 da Braskem, ocorrido ontem(domingo, 10), pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas irão aumentar a quantidade de coleta de amostras de água da Lagoa Mundaú para análises. Sendo realizada antes a cada dois meses, agora será coletado de três em três dias. As coletas irão servir para analisar os impactos do rompimento da mina 18 na lagoa e avaliar as possíveis alterações devido ao contato da água com cloreto de Sódio e outros compostos, que podem prejudicar o habitat de organismo vivos. Ontem, após o rompimento, o professor Emerson Soares e técnicos da Defesa Civil sobrevoaram a região e recolheram amostras. Os resultados devem sair em 10 dias. "Elas [as amostras] vão ser analisadas para que possamos ter respostas sobre o impacto e os riscos ao meio ambiente com o intuito de averiguarmos a situação da região, se há contato de produtos da mina, da sal-gema com a água da lagoa e claro, verificar os efeitos desses compostos, caso ocorra de saírem em direção a água, se isso realmente vai causar algum dano", explicou o pesquisador, professor e coordenador do projeto Laguna Viva, Emerson Soares.
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