Casal recebe liberdade provisória após morte de menino esquecido em Van Escolar
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Na última quarta-feira (15), a Justiça concedeu liberdade provisória ao casal responsável pela van escolar onde uma criança de dois anos foi esquecida e encontrada morta em São Paulo. O motorista, Flávio Robson Benes, de 45 anos, e sua esposa, a auxiliar Luciana Coelho Graft, de 44 anos, haviam sido presos por homicídio. As medidas cautelares incluem comparecimento obrigatório a atos processuais, recolhimento domiciliar noturno, proibição de contato com testemunhas e suspensão das atividades profissionais relacionadas ao transporte escolar.
Apollo Gabriel Rodrigues foi deixado na van por volta das 7h, mas não foi levado à creche e foi encontrado desacordado à tarde. A suspeita é de que a morte tenha ocorrido devido ao calor intenso. A mãe do menino, Kaliane Rodrigues, busca por justiça e destaca a responsabilidade necessária para quem lida com crianças. A Prefeitura de São Paulo lamentou o ocorrido, descredenciou o condutor do transporte escolar e abriu um processo administrativo para apurar o caso.
O caso do menino Apollo, esquecido na van escolar e encontrado morto, gerou revolta e busca por justiça por parte da família. O desembargador concedeu liberdade provisória ao casal responsável pela van, submetendo-os a medidas cautelares rigorosas. A mãe da vítima, Kaliane Rodrigues, enfatiza a irresponsabilidade independente da posição da criança na van, enquanto a avó destaca a falta de atenção do casal. A Prefeitura de São Paulo, em nota, lamentou o ocorrido, descredenciou o condutor da van e iniciou um processo administrativo para avaliar a conduta do profissional.
Após a concessão de liberdade provisória ao casal envolvido na morte do menino Apollo, as investigações seguem para esclarecer as circunstâncias do trágico incidente. Flávio Robson Benes e Luciana Coelho Graft, motorista e auxiliar da van escolar, respectivamente, tiveram medidas cautelares impostas, mas a mãe do menino, Kaliane Rodrigues, exige justiça pela irresponsabilidade. O caso levanta questões sobre a segurança no transporte escolar e a necessidade de rigor na fiscalização desses serviços.
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