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Polícia

Justiça revoga prisão preventiva de Marcola, Líder do PCC, por crimes no maior ataque da história recente contra a polícia de SP

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu revogar a prisão preventiva de Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC). A decisão refere-se aos crimes cometidos durante os ataques contra policiais militares em maio de 2006 no estado de São Paulo. Apesar da revogação da prisão, Marcola permanecerá na Penitenciária Federal de Brasília, para onde foi transferido em janeiro de 2023, cumprindo pena de mais de 300 anos por outros crimes. A decisão de revogação ocorreu devido ao reconhecimento de "excesso de prazo" no julgamento do caso pelo Tribunal do Júri, configurando "constrangimento ilegal". Marcola foi preso preventivamente em setembro de 2006, mas a demora no julgamento foi considerada injustificada, levando à revogação da prisão. O advogado de Marcola, Bruno Ferullo Rita, afirmou que a detenção prolongada sem um devido julgamento viola o princípio da razoabilidade da prisão. Outros quatro réus do mesmo processo já tiveram o excesso de prazo da prisão preventiva reconhecido. O caso envolve 19 acusados de crimes como homicídio, tráfico de drogas, tentativa de homicídio e associação ao tráfico, relacionados aos violentos ataques de 2006, que resultaram em 564 mortes e 110 feridos em nove dias.
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