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Vice-prefeita Camyla Brasil denuncia falta de transparência na prefeitura de Atalaia: "Precisa abrir a caixa preta"

A vice-prefeita do município de Atalaia, Camyla Brasil, criticou os serviços prestados pela concessionária de água e saneamento BRK e a omissão da prefeita Ceci Rocha (MDB). A vice-prefeita iniciou a entrevista criticando a falta de transparência com a gestão financeira do município, alegando que não há informações sobre o valor pago pela empresa pela compra do Serviço Autônomo de água e Esgoto (SAAE) da cidade. De acordo com Camyla, o portal da transparência municipal “não segue todos os critérios que devia seguir”, e que não consta os valores dos recursos movimentados na cidade. Ao ser questionada sobre a ação dos vereadores de Atalaia na busca por respostas sobre o dinheiro repassado ao município pela BRK na compra do SAAE, Camyla alegou que tanto ela quanto os parlamentares - apesar das buscas - não conseguem obter acesso aos dados referentes à transação. “Infelizmente tem uma caixa preta que ninguém conseguiu abrir, nem eu, nem os vereadores e ninguém da população tem acesso”, declarou ao informar que aguarda uma ação do Ministério Público Estadual para “desvendar esse mistério”. A vice-prefeita ainda criticou um vídeo publicado pela gestora nas redes sociais, onde Ceci alega ser “fake news” que a venda do SAAE rendeu cerca de R$70 milhões, valor previsto pelos parlamentares, ao município. “Ela [Ceci Rocha] disse que foi fake news, que é isso, que é aquilo, só não disse o valor [que foi recebido pelo município]”. Camyla ainda contou que seu principal motivo em questionar o valor recebido pela prefeitura é descobrir em que está sendo investido. “Esse dinheiro está sendo gasto como? Nas festas? Em coisas que não são de tanta urgência para nossa população?”, declarou. A prefeita Ceci Rocha também faltou a audiência pública realizada na cidade para cobrar um “maior respeito” da empresa BRK com a população de Atalaia, onde Camyla e os vereadores pediram para a concessionária realizar um melhor planejamento com as obras e causar menor transtorno à população. Fonte: AL102
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