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Política

Operação Verine: registro de vacinas de filhas de Cid é anterior à liberação de vacinação para crianças

  As carteiras de vacinação das filhas do ex-ajudante de ordem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), coronel Mauro Cid, mostram que elas poderiam ter recebido a primeira dose da vacina contra a covid-19 antes do início da campanha de vacinação de crianças e adolescentes. Ademais, elas supostamente teriam recebido o imunizante da Janssen quando tinham menos de 18 anos, o que não é autorizado. De acordo com o informações do Estadão, o arquivo inserido no sistema médico aparece que as meninas receberam os três imunizantes que são o tipo de Pfizer em 22 de junho e 8 de setembro de mesmo ano. No entanto, em junho, não há autorização para aplicar essa vacina em crianças. Portanto, a última filha de Cid não pode ser vacinada, porque a menina tinha menos de 12 anos na época. Conforme os registros inseridos no sistema, a terceira dose teria sido aplicada no dia 19 de novembro e é do tipo Janssen. Entretanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não aprovou o uso do Janssen como reforço para menores de 18 anos.    
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