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Coreia do Norte mata grávidas e crianças, esteriliza anãs e faz experiências com humanos

Um documento de 450 páginas que reúne relatos de mais de 500 norte-coreanos que fugiram da terra natal entre 2017 e 2022 foi divulgado pela Coreia do Sul, nesta quinta-feira (30). O relatório é repleto de testemunhos de violações dos direitos humanos, indo de execução de crianças e mulheres grávidas, a realização de experimentos humanos e a esterilização forçada de pessoas com nanismo. O relatório aponta que enfermeiras de um hospital foram forçadas a elaborar "uma lista de pessoas anãs", para realizar histerectomias em mulheres com nanismo para que elas não pudessem dar a luz. Outro relato é de que uma mulher grávida teria sido executada após um vídeo mostrar um momento em que ela aponta para um retrato do falecido Kim Il-sung enquanto dança em casa. Dois adolescentes também foram mortos, dessa vez a tiros apenas por terem assistido a imagens de vídeos vindos da Coreia do Sul. O documento revela ainda que funcionários do equivalente ao Ministério da Previdência Social são usados em experimentos. Caso se recusem a servir, o regime ameaça os enviar para campos de prisioneiros.
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