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Política

Renan Calheiros: espionagem de celulares por parte da Abin durante governo Bolsonaro foi violação constitucional

O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Renan Calheiros, afirmou que fiscalizará o uso de um sistema capaz de monitorar a localização de qualquer pessoa por meio do número de telefone celular. A ferramenta é operada pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que a utilizou durante os três primeiros anos do governo de Jair Bolsonaro. Renan avalia que o caso pode representar "uma das mais graves violações constitucionais contra a privacidade". A Comissão de Controle das Atividades de Inteligência ainda está em formação, mas Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, já defendeu a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Randolfe Rodrigues também se manifestou sobre o caso e afirmou que tomará medidas para apurar quem foram as pessoas monitoradas pela Abin. Ele defendeu a investigação do caso por meio da Comissão de Controle das Atividades de Inteligência e a abertura de uma CPI. O sistema utilizado pela Abin é capaz de monitorar a localização de qualquer pessoa por meio do número de telefone celular. Cabe ao Congresso fiscalizar as atividades de inteligência do aparato estatal. Até o momento, apenas dois parlamentares foram oficializados como integrantes da comissão de inteligência do Congresso, um deles é Renan Calheiros, que ocupará a vice-presidência por estar à frente da Comissão de Relações Exteriores no Senado.  
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