Deputado acusa Lula de oferecer 60 milhões em emendas para quem tirar nome da CPMI
Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Sanderson (PL-RS), acusa o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de oferecer recursos por meio de emendas para aqueles parlamentares que tirarem seus nomes da lista de apoio da Comissão Parlamentar de Inquérito Mista (CPMI) de 8 de janeiro.
A oposição buscar ganhar politicamente com a CPMI mirando na possível inação do ministro da justiça, Flávio Dino, que poderia ter se omitido diante da informação de que haveria o risco de invasão de prédios públicos. O presidente já disse que é contra a criação da CPMI.
"Recebi a informação de que emissários do governo Lula estão oferecendo R$ 60 milhões em emendas para quem retirar a assinatura do requerimento para instalação da CPMI do 8 de janeiro. Em confirmando, vou buscar responsabilizar os envolvidos pela prática de corrupção ativa e passiva", afirmou o deputado nas redes sociais.
Dias atrás, a oposição conseguiu reunir as assinaturas necessárias para a instalação da CPMI. De início, haviam 189 assinaturas de deputados e 33 de senadores, sendo necessários 171 apoiadores na Câmara e 27 no Senado. Após a apresentação do requerimento iniciou-se uma verdadeira batalha entre governistas e oposicionistas pela retirada e inclusão de nomes no requerimento.
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