Grupo de Advogados de Anderson Torres deixa o caso
Os advogados que defendiam o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, comunicaram que estão deixando a defesa.
A causa da saída não foi informada no documento apresentado pelos advogados ao STF (Supremo Tribunal Federal). O grupo incluía o ex-senador Demóstenes Torres, que teve seu mandato cassado pelo Senado em 2012 por quebra de decoro parlamentar, além de outros advogados do Distrito Federal. Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou um recurso da defesa de Torres e manteve a prisão preventiva decretada em janeiro. Para o magistrado, permanecem presentes os requisitos que embasaram a prisão, referendada pelo plenário do Supremo. Já Rodrigo Roca, que também já atuou na defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e liderava a equipe segue representando o ex-ministro.
Torres é investigado no STF por suposta omissão durante os ataques que resultaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes. A saída dos advogados que integravam a defesa de Anderson Torres pode ter impacto no andamento do processo no STF, que investiga a participação do ex-ministro nos ataques ao Supremo e ao Congresso Nacional.
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