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Cada vez mais próxima de Lula, bancada evangélica diz que "não é o momento de fazer oposição"

A Frente Parlamentar Evangélica, criada em 2003, teve sua primeira disputa pelo comando do grupo no início deste mês. Uma eleição foi realizada, mas acabou sendo anulada devido a discrepâncias entre o número de votos e o de eleitores inscritos. No final, foi acordado uma alternância de poder entre Eli Borges e Silas Câmara. As informações são do portal Istoé. De acordo com Otoni de Paula, deputado e pastor da Assembleia de Deus de Madureira, a frente fará oposição ao governo Lula apenas no que for relacionado à pauta de costumes, mas não acredita que haverá uma oposição sistemática. Já o deputado Gilberto Nascimento afirma que "o nosso povo não é um povo da guerra" e que "não é o momento de fazer oposição". A bancada evangélica teve grande protagonismo no último governo, com dois ministérios sendo entregues a pastores. No entanto, a aproximação da bancada com o governo atual mostra que o pragmatismo prevalece. Para se manter em suas posições de poder, parlamentares evangélicos precisam levar benefícios e recursos para suas bases eleitorais.
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