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Alagoas
JUSTIÇA

Caso Cláudia Pollyane: Comissão de Amigos cobra providências após voto de Tutmés Airan contra prisão do casal

Marianna Carvalho

A Comissão de Amigos de Cláudia Pollyanne manifestou indignação com o voto do desembargador Tutmés Airan de Albuquerque Melo, contrário à prisão preventiva de Maurício Anchieta de Souza e Jéssica da Conceição Vilela, durante julgamento no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL).

Em 23 de setembro de 2026, a Câmara Criminal do TJAL decidiu, por maioria, acolher o recurso do Ministério Público de Alagoas (MPAL) e determinar a prisão preventiva do casal. O entendimento de Tutmés Airan foi vencido pelos demais magistrados.

Após a decisão, a defesa apresentou embargos infringentes e de nulidade para contestar o resultado do julgamento. A divergência entre os desembargadores passou a integrar a discussão jurídica sobre a admissibilidade do recurso apresentado.

Em manifestação, a comissão criticou o posicionamento contrário à prisão preventiva, considerando a gravidade do caso e as circunstâncias da morte da esteticista Cláudia Pollyanne. A entidade defendeu que decisões dessa natureza sejam analisadas com o rigor necessário e questionou publicamente o entendimento adotado pelo magistrado.

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