Logo
Dólar 5,19
Euro 5,91
Algumas nuvens Maceió: 24º
Alagoas
Política

Pesquisa Quaest: Camapanha propositiva, investimentos e força em Brasília consolidam Lira; renovação impulsiona Marina; rejeição e "fadiga de material" derrubam Renan

Levantamento aponta empate técnico entre os três candidatos; Marina cresceu cinco pontos, enquanto Lira manteve índice e Renan oscilou negativamente

Arthur Vieira

A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta sexta-feira (25), mostra Marina JHC (PSDB) e Arthur Lira (PP) com 20% das intenções de voto para o Senado em Alagoas. Renan Calheiros (MDB) aparece com 17%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, os três estão tecnicamente empatados.

Na sequência aparecem Davi Davino Filho (Republicanos), com 10%, e Dr. Wanderley (MDB), com 7%. Mariedson (Democrata) e Alexandre Fleming (UP) não pontuaram. O levantamento considera conjuntamente as menções dos eleitores para as duas vagas ao Senado que estarão em disputa em 2026.

Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em agosto, Marina avançou de 15% para 20%, enquanto Arthur Lira manteve os 20%. Renan Calheiros oscilou de 18% para 17%.

A pesquisa ouviu 804 eleitores de Alagoas entre os dias 21 e 24 de setembro, presencialmente. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número AL-09692/2026.

O cenário divulgado pela Quaest ocorre em uma semana marcada por diferentes levantamentos sobre a corrida ao Senado. Em pesquisa Real Time Big Data também divulgada nesta sexta-feira, Marina JHC aparece com 23%, Renan Calheiros com 22% e Arthur Lira com 20%. Pela margem de erro de dois pontos, os três também estão tecnicamente empatados.

Na avaliação de aliados de Arthur Lira, o desempenho do deputado está relacionado à atuação política em Brasília e à destinação de recursos para Alagoas. Já a campanha de Marina JHC associa seu crescimento ao discurso de renovação e à gestão de JHC em Maceió.

No campo de Renan Calheiros, o resultado ocorre em meio à tentativa de manter a vaga no Senado após décadas de atuação política. A interpretação de que existe desgaste ou “fadiga de material” é utilizada por adversários, mas não constitui uma conclusão apresentada pela pesquisa Quaest.

Com duas cadeiras em disputa, os números mostram uma corrida ainda marcada pelo empate técnico entre os três principais candidatos, além da presença de Davi Davino Filho em um patamar de 10%.

Receba notícias em seu WhatsApp
Participe da nossa comunidade