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Alagoas
INVESTIGAÇÃO

Após falas da família, PM garante que motorista que atropelou Ruan Wilson foi à Central logo após atropelamento

A Polícia Militar afirmou que o condutor foi encaminhado à Central de Flagrantes após o atropelamento e disse que a Polícia Civil deve apurar as circunstâncias do acidente

Rhuan Leite

A Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) negou, nesta segunda-feira (31), as acusações feitas pelo pai do adolescente Ruan Wilson, de 15 anos, morto após ser atropelado na Avenida Durval de Góes Monteiro, em Maceió. A família questionou a atuação policial no atendimento da ocorrência e pediu que as circunstâncias do acidente sejam investigadas.

Segundo o pai, duas guarnições estiveram no local, mas o motorista não teria feito o teste do bafômetro nem sido levado imediatamente à delegacia. Ele também relatou que testemunhas apontaram sinais de embriaguez e que o semáforo estaria fechado para os veículos no momento da colisão. Em nota, porém, a PM informou que o condutor não foi liberado no local e foi acompanhado pelos policiais até a Central de Flagrantes, onde a ocorrência foi apresentada à autoridade policial.

A corporação afirmou ainda que cumpriu os protocolos operacionais e que cabe à Polícia Civil investigar eventual embriaguez, avanço de sinal e a dinâmica da colisão. Ruan, natural de Palmeira dos Índios, morreu após ser atingido enquanto trafegava pela avenida. A família busca testemunhas e imagens que possam ajudar na apuração do caso.

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