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Renan Santos defende ‘guerra ao crime’: “Sangue que tem que jorrar é do bandido”

Declaração aconteceu durante sabatina no Jornal Nacional

Redação Agora Alagoas

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) voltou a defender o endurecimento das políticas de segurança pública durante sabatina no Jornal Nacional, nesta quarta-feira (26). Ao apresentar propostas para o combate à criminalidade, ele citou medidas adotadas pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, e declarou que “o sangue que tem que jorrar é do bandido”.

A afirmação ocorreu após Renan mencionar o caso de um homem de 28 anos morto nesta semana, em São Paulo, ao tentar defender a namorada durante um assalto. “Houve um banho de sangue na segunda-feira de um inocente. Eu acho que o sangue que tem que jorrar não é dele. O sangue que tem que jorrar é do bandido”, afirmou o presidenciável.

Durante a entrevista, Renan também defendeu a utilização do estado de defesa em áreas dominadas pelo crime organizado e a implantação de um “regime de exceção” em favelas para a realização de operações contra organizações criminosas. O candidato comparou a estratégia às políticas de Bukele, que ficaram conhecidas pela redução dos índices de criminalidade em El Salvador, mas também são alvo de críticas e denúncias de violações de direitos humanos e restrições a garantias individuais.

Entre as propostas apresentadas está ainda a construção de dez novos presídios federais, com capacidade estimada pelo candidato entre 30 mil e 40 mil detentos cada. Segundo Renan, seriam necessários cerca de R$ 6 bilhões para ampliar o número de vagas e iniciar a construção das novas unidades prisionais.

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