Logo
Dólar 5,14
Euro 6,00
Nublado Maceió: 25º
Alagoas
POLÍTICA

Kelmann defende renovação no Senado e critica políticos que querem permanecer décadas no poder

Marianna Carvalho

Durante agenda política em Arapiraca, neste domingo (23), o candidato a deputado federal, Kelmann Vieira, voltou a defender a renovação na política, especialmente no Senado Federal. Em seu discurso, o parlamentar criticou a ideia de políticos permanecerem por décadas ocupando os mesmos espaços de poder e destacou a importância da alternância como um dos pilares da democracia.

Segundo Kelmann, a política deve acompanhar as mudanças da sociedade e abrir espaço para novas lideranças, ideias e projetos. Para ele, a permanência prolongada de determinados grupos no poder pode enfraquecer o processo democrático e limitar a participação de novas gerações.

“Democracia também é renovação. Não podemos achar normal que alguém queira passar 30, 40, 50 anos ocupando o mesmo espaço de poder. A política precisa de novas ideias, de novas pessoas e, principalmente, de oportunidade para que o eleitor escolha”, afirmou Kelmann.

O candidato também aproveitou a passagem por Arapiraca para sair em defesa da candidata ao Senado, Marina JHC, que recentemente foi alvo de críticas. Kelmann classificou parte dos ataques como uma demonstração de preconceito e afirmou que mulheres que ingressam na política ainda enfrentam obstáculos que não deveriam existir em uma democracia.

Para Kelmann, o debate político deve ser feito com base em propostas, trajetória e capacidade de cada candidato, e não por questões relacionadas ao gênero.

“Marina JHC tem o direito de disputar, de apresentar suas ideias e de ser avaliada pelo povo. Quando uma mulher entra na política e passa a ocupar espaços de destaque, infelizmente ainda aparecem críticas que carregam preconceito. O que precisamos discutir são as propostas, o trabalho e o que ela pode fazer pelo nosso estado”, declarou.

Ao defender a renovação, Kelmann reforçou que a democracia não deve ser compreendida apenas como o direito de votar, mas também como a possibilidade real de alternância de poder, surgimento de novas lideranças e participação de diferentes setores da sociedade na vida pública.

“Quem decide quem fica e quem sai é o povo. O poder não pode ter dono. O mandato pertence ao eleitor, e a democracia precisa garantir que novas pessoas tenham a oportunidade de contribuir”, concluiu.

Receba notícias em seu WhatsApp
Participe da nossa comunidade