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Após polêmica com música de Bolsonaro, Casas Bahia afirma que não apoia manifestações 'dessa natureza' em seus ambientes de trabalho

O caso ganhou repercussão nacional após a divulgação de um vídeo gravado durante a passagem de uma manifestação do PT liderada pelo deputado estadual Ronaldo Medeiros, em frente à loja no Centro de Maceió.

Felipe Pimentel

O Grupo Casas Bahia se pronunciou neste fim de semana após a repercussão envolvendo o vendedor Frank Souza, funcionário da unidade do Centro de Maceió, que viralizou nas redes sociais durante uma manifestação política realizada na capital alagoana. Em nota publicada nas redes sociais, a empresa reafirmou sua posição de neutralidade político-partidária e destacou que não apoia manifestações dessa natureza em seus ambientes de trabalho.

"O Grupo Casas Bahia reafirma sua neutralidade político-partidária e esclarece que não apoia manifestações dessa natureza em seus ambientes de trabalho ou em qualquer situação que possa ser interpretada como um posicionamento institucional da Companhia", diz o comunicado. A empresa também afirmou que permanece comprometida "com o respeito, a ética e o atendimento igualitário a todos os nossos clientes".

O caso ganhou repercussão nacional após a divulgação de um vídeo gravado durante a passagem de uma manifestação do PT liderada pelo deputado estadual Ronaldo Medeiros, em frente à loja no Centro de Maceió. Nas imagens, músicas e áudios associados ao ex-presidente Jair Bolsonaro são reproduzidos no estabelecimento. O parlamentar criticou a situação e chegou a pedir boicote à rede.

Após a repercussão, o vendedor Frank Souza passou a receber apoio de nomes ligados à família Bolsonaro nas redes sociais. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência da República, passou a seguir o funcionário, assim como Renato Bolsonaro e Rogéria Bolsonaro.

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