Prefeito de Rio Largo afasta agente de trânsito após perseguição terminar em acidente
Carlos afirma que servidor foi afastado e que um processo administrativo foi aberto para apurar as circunstâncias da ocorrência
O prefeito de Rio Largo, Pedro Carlos, anunciou o afastamento imediato de um agente de trânsito do município após uma ocorrência envolvendo uma perseguição que repercutiu nas redes sociais. Segundo o gestor, também foi determinada a abertura de um processo para investigar as circunstâncias do caso.
A ocorrência terminou com um acidente envolvendo uma viatura, que colidiu contra um muro durante a perseguição. O episódio gerou repercussão e levou a questionamentos sobre a conduta do agente envolvido. Até o momento, as informações disponíveis não permitem concluir se houve irregularidade, motivo pelo qual a administração municipal informou que os fatos serão apurados.
Em pronunciamento, o prefeito afirmou ter tomado conhecimento do caso ainda no início do dia e disse que as providências foram adotadas assim que a gestão foi informada da ocorrência.
“Assim que tomamos conhecimento da ocorrência, determinamos o afastamento imediato do agente e a abertura de um processo para apurar todos os fatos”, declarou Carlos.
O prefeito também destacou que a situação poderia ter tido consequências mais graves e afirmou que a preservação de vidas deve ser prioridade. “Graças a Deus, essa situação não terminou em uma tragédia. Como pai, me sensibilizo e reafirmo que preservar vidas sempre será a nossa prioridade”, afirmou.
Carlos reforçou ainda o compromisso da administração municipal com a apuração do episódio e disse que eventuais irregularidades serão alvo das medidas cabíveis. “Nossa gestão trabalha com responsabilidade e transparência. Se houver qualquer irregularidade, as medidas cabíveis serão tomadas. Em Rio Largo, ninguém está acima da lei”, declarou.
A Prefeitura deverá analisar as circunstâncias da perseguição e do acidente durante o procedimento instaurado. O afastamento anunciado pelo prefeito ocorre enquanto os fatos são investigados e, portanto, não representa, por si só, uma conclusão sobre eventual responsabilidade do servidor.