Caso Rafael Winques: crime brutal que chocou o Brasil ainda emociona com declaração do irmão
Crime é lembrado pela brutalidade
Seis anos após o assassinato de Rafael Mateus Winques, de 11 anos, o caso continua entre os crimes de maior repercussão da história recente do Brasil. O menino desapareceu em maio de 2020, na cidade de Planalto, no Rio Grande do Sul, e, inicialmente, a mãe, Alexandra Dougokenski, afirmou que ele havia ido dormir normalmente antes de desaparecer durante a madrugada. A versão mobilizou buscas e gerou comoção em todo o país.
Dez dias depois, as investigações tiveram uma reviravolta. Alexandra confessou o assassinato e revelou às autoridades onde havia escondido o corpo do filho. Conforme apontou o Ministério Público, Rafael foi dopado com comprimidos de Diazepam antes de ser morto por estrangulamento, em um crime que causou indignação nacional pela violência e pelas circunstâncias envolvendo a própria mãe da vítima.
Durante o julgamento, um dos momentos mais marcantes ocorreu no depoimento de Anderson Dougokenski, irmão de Rafael. Ao ser questionado sobre a relação que mantinha com a mãe, ele respondeu: "Ela foi meu pai e minha mãe e sempre vai ser." A declaração emocionou familiares, jurados e o público presente, além de repercutir amplamente nas redes sociais, evidenciando o drama vivido pela família.
Mesmo passados vários anos, o caso Rafael Winques segue sendo lembrado pela brutalidade do crime e pelas profundas marcas deixadas na sociedade. A história continua despertando comoção e reflexões sobre violência doméstica, proteção à infância e as complexas relações familiares que cercaram um dos episódios mais trágicos do país.