Usando gravata com as cores do Brasil, Dino diz que só perde a calma por injustiça ou pela Seleção Brasileira
Declaração foi dada durante condução dos trabalhos do colegiado
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino descontraíu a sessão de encerramento do semestre da Primeira Turma nesta terça-feira (30) ao afirmar que só costuma se exaltar em duas situações: quando presencia uma injustiça ou quando a seleção brasileira não corresponde às expectativas em campo. A declaração foi feita enquanto usava uma gravata nas cores da bandeira do Brasil e arrancou risos dos colegas.
A brincadeira surgiu após a ministra Cármen Lúcia elogiar a condução serena dos trabalhos do colegiado. Em resposta, Dino afirmou que normalmente mantém a calma, mas fez a ressalva em tom bem-humorado. "A primeira é quando eu vejo ou sinto uma injustiça (...). E a outra é quando os jogadores do Brasil não correspondem aos nossos sonhos", disse.
Na sequência, o ministro ainda fez referência à vitória da seleção brasileira sobre o Japão na Copa do Mundo. "Ontem corresponderam, quiçá domingo continue", comentou, demonstrando otimismo com a sequência da equipe na competição.
Cármen Lúcia entrou na brincadeira ao dizer que essa era a imagem que Dino tinha de si mesmo. O ministro respondeu citando o filósofo Aristóteles: "Ninguém é bom juiz em causa própria", encerrando o momento descontraído em meio aos trabalhos da Corte.